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Financiamento imobiliário cresce em 2026: o que muda para quem quer comprar?

O mercado imobiliário brasileiro entrou em 2026 com um movimento importante para quem planeja conquistar a casa própria: o crédito imobiliário ganhou força. E os números mais recentes ajudam a dimensionar esse cenário.

Segundo dados divulgados pela ABECIP, somente em julho de 2026 os financiamentos imobiliários realizados com recursos da poupança (SBPE) chegaram a R$ 20,96 bilhões, crescimento de quase 77% em relação a julho de 2025. Nos sete primeiros meses do ano, foram R$ 115,5 bilhões financiados, alta de 36,3% na comparação anual. Diante desse desempenho, a entidade elevou sua projeção de crescimento do crédito imobiliário em 2026 de 16% para 25%.

Mas o que esse crescimento realmente significa para quem está pensando em comprar um imóvel em Vila Velha?

Mais crédito não significa comprar sem planejamento

A expansão do financiamento pode ampliar as possibilidades para quem depende de crédito para realizar a compra, mas a decisão continua exigindo planejamento financeiro.

Na CAIXA, por exemplo, existem modalidades com prazo de financiamento de até 35 anos, e a capacidade de pagamento é considerada na análise da operação. Em determinadas linhas, a prestação pode comprometer até 30% da renda familiar bruta. Também há situações em que o FGTS pode ser utilizado na aquisição, desde que comprador, contrato e imóvel atendam às regras aplicáveis.

Por isso, antes de escolher um apartamento apenas pelo valor da parcela anunciada, é importante analisar entrada, prazo, taxa de juros, sistema de amortização, seguros, custos da aquisição e impacto das prestações no orçamento familiar.

O cenário do financiamento mudou em 2026

Algumas mudanças recentes merecem atenção. O limite de avaliação dos imóveis enquadrados no Sistema Financeiro da Habitação (SFH) foi elevado de R$ 1,5 milhão para R$ 2,25 milhões. O Banco Central destaca que essa alteração amplia as possibilidades de utilização do FGTS nas operações que atendam às regras do sistema.

Outra mudança relevante ocorreu no Minha Casa, Minha Vida. Em abril, a CAIXA passou a operar novas condições do programa, com atualização dos limites de renda e dos valores máximos dos imóveis financiáveis. Atualmente, a modalidade Minha Casa, Minha Vida – Classe Média contempla famílias com renda mensal de até R$ 13 mil e permite financiar imóveis novos, usados ou na planta de até R$ 600 mil, observadas as condições do programa.

Para imóveis de maior valor, também houve movimentação: em março de 2026, a CAIXA retomou o financiamento para aquisição individual de imóveis residenciais avaliados acima de R$ 2,25 milhões pelo Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI), utilizando recursos do SBPE.

E os juros?

Aqui está um ponto que merece cuidado.

Crescimento do crédito imobiliário não significa automaticamente juros baixos. As condições variam de acordo com instituição financeira, modalidade, perfil do comprador e características da operação.

Dados do Banco Central referentes a julho de 2026 mostram diferenças relevantes entre as taxas praticadas pelas instituições em financiamentos imobiliários de mercado pós-fixados referenciados em TR. Portanto, comparar propostas antes de contratar continua sendo fundamental.

Mais importante do que perguntar apenas “qual banco tem a menor taxa?” é avaliar o Custo Efetivo Total (CET) e entender como a operação se encaixa no orçamento ao longo dos anos.

O que fazer antes de procurar seu imóvel?

Para quem pretende comprar ainda em 2026, uma estratégia eficiente é começar pela capacidade financeira e só depois definir o imóvel.

Organize sua renda e suas despesas, estime quanto pode destinar à entrada, verifique se possui FGTS elegível, faça simulações em diferentes instituições e estabeleça uma faixa de valor compatível com seu orçamento. Depois disso, a busca pelo imóvel fica muito mais objetiva.

A própria CAIXA recomenda considerar não apenas a prestação, mas também despesas relacionadas à manutenção do imóvel, como condomínio, IPTU, água e energia.

Comprar em 2026 pode ser uma oportunidade — desde que os números façam sentido

O crescimento do financiamento imobiliário mostra um mercado de crédito mais movimentado. Para o comprador, isso significa que vale a pena conhecer as possibilidades disponíveis, mas sem transformar a expansão do crédito em motivo para uma decisão precipitada.

Comprar um imóvel envolve localização, documentação, condições de financiamento, potencial de valorização, liquidez e, principalmente, adequação à realidade financeira de cada família.

É justamente nesse processo que uma consultoria imobiliária personalizada pode fazer diferença: não se trata apenas de encontrar um imóvel, mas de avaliar alternativas e conduzir uma decisão patrimonial com mais informação e segurança — pontos alinhados ao posicionamento de atendimento e consultoria da Nova Aliança.

A realização do seu sonho começa aqui!

Morar Sozinho? 7 dicas para quem vai alugar pela primeira vez

Alugar um imóvel e finalmente ter um espaço só seu é um passo importante na vida de qualquer pessoa. É o início da independência, da liberdade e também de novas responsabilidades. Para que esse momento seja mais leve e bem-sucedido, é essencial se preparar.

Se você está prestes a alugar pela primeira vez, este post é para você. A Nova Aliança Imobiliária separou 7 dicas práticas que vão te ajudar a evitar dores de cabeça, economizar e viver com mais tranquilidade.

Index:

Entenda bem o contrato de locação

O contrato de locação é o documento que estabelece direitos e deveres entre locador e locatário. Antes de assinar, leia com calma e atenção. Fique atento a pontos como:

  • Valor e data de vencimento do aluguel;
  • Prazo do contrato e condições de renovação;
  • Multas por quebra de contrato ou atraso no pagamento;
  • Responsabilidades por manutenções e reparos.

Se tiver dúvidas, não hesite em pedir ajuda à imobiliária ou consultar alguém de confiança.

Conheça os tipos de garantia exigidos

Em boa parte dos contratos, é necessário apresentar uma garantia locatícia. As mais comuns são:

  • Fiador — alguém que se responsabiliza pelo pagamento caso você não possa pagar;
  • Caução — um valor adiantado (geralmente três meses de aluguel) que será devolvido ao final do contrato, caso não haja pendências;
  • Seguro-fiança — pago mensalmente e oferecido por seguradoras, pode facilitar o processo caso você não tenha fiador.

Cada modalidade tem vantagens e custos diferentes. Avalie com calma qual é a melhor para o seu caso.

Saiba quais são os custos além do aluguel

Alugar um imóvel envolve mais do que apenas pagar o valor do aluguel. Coloque na ponta do lápis:

  • Condomínio e IPTU;
  • Contas de luz, água, gás, internet, etc.;
  • Taxas de contrato e mudança;
  • Possíveis reparos ou adaptações no imóvel.

Com um bom planejamento, você evita surpresas e mantém seu orçamento equilibrado.

Visite o imóvel com atenção

Durante a visita ao imóvel, observe pontos como:

  • Estado de conservação das paredes, pisos, janelas e portas;
  • Funcionamento das torneiras, chuveiro, tomadas e interruptores;
  • Ventilação, iluminação natural e vizinhança;
  • Segurança do prédio ou da região.

Registrar tudo com fotos pode ser útil caso algo precise ser ajustado antes da sua mudança.

Pense na localização e praticidade do dia a dia

A localização influencia diretamente na sua rotina e nos seus gastos. Prefira imóveis próximos de:

  • Trabalho ou faculdade;
  • Transporte público;
  • Supermercados, farmácias e serviços essenciais.

Isso garante praticidade e economia no seu dia a dia.

Planeje sua mudança e seus gastos

Evite comprar tudo de uma vez. Comece com o essencial: cama, geladeira, fogão, itens básicos de cozinha e limpeza. Aos poucos, você pode decorar e complementar conforme suas necessidades e orçamento.

Personalize o espaço — com consciência

Mesmo sendo um imóvel alugado, é possível deixar tudo com a sua cara. Quadros, tapetes, cortinas, plantas e móveis versáteis ajudam a transformar o ambiente sem reformas.

Só lembre de conferir com o proprietário o que pode ou não ser alterado — principalmente se quiser furar paredes, pintar ou trocar pisos.


Conclusão

Alugar um imóvel pela primeira vez é uma experiência marcante — e, com as orientações certas, pode ser muito mais tranquila e prazerosa. Com planejamento e apoio de uma equipe especializada, você dá os primeiros passos com segurança e tranquilidade.

Conte com a Nova Aliança Imobiliária para te ajudar em cada etapa desse processo. Desde a escolha do imóvel ideal até a assinatura do contrato, estamos prontos para facilitar a sua jornada rumo à independência.

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